6x1: líderes avaliam que Câmara deve manter transição rápida
Lideranças de centro afirmaram ser contra modelo, mas disseram que período não poderá ser mudado no plenário

Líderes de partidos de centro da Câmara dos Deputados afirmaram ao SBT News que a transição de 14 meses, entre a atual jornada de trabalho de 44 horas e o novo modelo de 40 horas semanais, será mantida no texto aprovado em plenário. Apesar de serem contra o período rápido, as lideranças consideram que o texto não deve ser modificado, principalmente pelo apoio direto do presidente Hugo Motta (Republicanos-PB).
Os deputados de partidos que compõem o centrão avaliam que ninguém vai querer colocar a “digital“ em uma emenda ou destaque de plenário que possa aumentar o período de espera do trabalhador por uma redução de jornada. De acordo com eles, a única forma da transição ser mais longa seria o presidente da Casa ter resistido mais a pressão do governo e escrito no relatório uma transição de pelo menos 2 anos, por exemplo.
A interpretação é que uma vez colocado no parecer um período curto para o trabalhador acessar um benefício, qualquer modificação para pior se torna praticamente inviável.
A comissão especial que analisa a PEC do fim da escala 6x1 adiou nesta segunda-feira (25) a votação do parecer do relator, o deputado Leo Prates (Republicanos-BA), após um pedido de vista apresentado por Mauricio Marcon (PL-RS).















































